quinta-feira, 18 de março de 2010

Capecoense 1 x 0 Galo


Depois de tanta polêmica por conta do uniforme de treino do Galo, apresentado ontem junto com a coleção 2010 atleticana, vamos tratar de Copa do Brasil. Enfrentaremos um Capecoense em crise, com treinador recém empossado e com jogadores aflitos para mostrar trabalho. Todo mundo sabe como um time assim se comporta, com a faca entre os dentes. Dos nossos problemas, não teremos os lesionados Correa, Ricardinho e Tardelli. Por isso, o Atlético deverá manter o 4-3-1-2 do jogo passado contra a Caldense, ratificando a condição de titular de Júnior, Fabiano e Renan Oliveira. Sequência importante para estes jogadores, permitindo-os demonstrar que a boa atuação apresentada no último sábado não foi em decorrência do alinhamento dos astros. Dependendo do resultado, Vanderlei Luxemburgo poderá redefinir o time para o 4-5-1 ou 4-3-3, ainda com os mesmos jogadores.


Aranha; Coelho, Cáceres, Xerife campos e Júnior; Zé Luís, Fabiano, Evandro e Renan Oliveira; Murisoccer e GalObina. Este time poderá eliminar o jogo de volta e passar direto para a terceira fase, muito provavelmente para enfrentar o Sport Recife. Ou poderá fazer um placar que facilite as coisas no Mineirão, no segundo jogo.
Depois do Apito
Estreando uniforme novo, o Atlético sofreu seu primeiro revés na Copa do Brasil e sua segunda derrota do ano.


O formato “copa” é isso mesmo. Um time pode estar mal em um campeonato de pontos corridos, que premia a regularidade nas várias partidas, que, numa outra competição em sistema mata-mata, pode se dar bem. A Chapecoense vem de uma participação medonha no campeonato regional e parecia ser presa fácil para o Atlético, na noite desta quarta-feira. Mas o Galo foi displicente, principalmente nos dez primeiros minutos de jogo, e levou um gol do lateral-direito Sagaz. Terá que reverter o resultado em Belo Horizonte, quando necessitará de vitória com dois gols de diferença.
Fique tranquila, Chapecoense. Em nossa casa acertaremos as contas.
O Galo entrou com dois atacantes e dois armadores. Obina e Muriqui mais plantados à frente, buscando alternar as jogadas nas laterais com os lances de área. Obina, principalmente, jogando de costas para a defesa adversária fazendo o pivô. Renan Oliveira posicionou-se mais próximo aos atacantes. Coelho apresentou-se no ataque e também finalizou, assim como Fabiano e até mesmo Jairo Campos. No segundo tempo entraram Marques (Muriqui) e Leandro (Júnior). Mas o 1X0 permaneceu inalterado – graças, diga-se de passagem, a uma boa intervenção de Aranha ainda no primeiro tempo.
Em condições normais de temperatura e pressão (da Massa Atleticana), não será nenhum esforço hercúleo vencer o time de Santa Catarina. Ainda mais se jogarmos com o time completo (Correa, Ricardinho e Tardelli). Mas será fundamental que o time de Vanderlei Luxemburgo entre ligado desde o 1º segundo de jogo.

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